terça-feira, 29 de outubro de 2013

Comunicações Telefônicas + Telefones Úteis

O código de área de Paraty é (24).

No Brasil é necessário escolher uma operadora ao ligar para qualquer número (exceto pelas ligações locais, onde a operadora utilizada é a que fornece a linha).


Para ligações interurbanas é preciso discar:
0 + código da operadora* + código da cidade (24) + número de telefone fixo ou celular

Para ligações internacionais é preciso discar:
00 + código da operadora* + código do país + código da cidade + número do telefone

* As operadoras e seus respectivos códigos são:
- Oi - 31
- Vivo - 15
- Tim - 41
- Claro - 21
- Intelig - 23

Abaixo você encontrará alguns telefones úteis na cidade de Paraty. Caso haja algum número que você julgue importante e não encontra na lista, pode enviar sua sugestão.



Como Chegar à Paraty - Com Mapa de acessos incluído

Mapa de acessos ACHEI Paraty - Todos os direitos reservados.
Há várias maneiras de chegar à Paraty

Se está viajando em avião comercial, o melhor é ir até São Paulo ou Rio de Janeiro para daí seguir viagem.
Pode alugar um carro no Aeroporto ou pegar o ônibus do aeroporto para a Rodoviária.

De São Paulo - Distância 330km

Se vem de carro:

Opção 1
Pela Via Dutra até São José dos Campos, descer a Serra até Caraguatatuba e seguir pela Rio-Santos até Paraty

Opção 2
Pela Via Dutra até Taubaté, descer a Serra até Ubatura e seguir pela Rio-Santos até Paraty

Opção 3
Pela Ayrton Senna até Mogi das Cruzes, descer a Serra até Bertioga e seguir pela Rio-Santos até Paraty

Não aconselho a que venham pela Paraty-Cunha desde Guaratinguetá, como recomendam os GPSs e Google Maps. Se bem o caminho em quilometragem é mais curto, a Serra está em muito mal estado, fazendo inclusive com que alguns carros fiquem no caminho.

Se vem de avião:

Há ônibus do Aeroporto de Guarulhos para os Terminais Tietê e Barra Funda com intervalos de aproximadamente 1 hora.

O tempo de viagem até o Terminal Tietê, com trânsito bom, é de aproximadamente 40 minutos e até o Terminal Barra Funda aproximadamente 60 minutos.
O custo aproximado da passagem é de R$ 37,00.

Se vem de ônibus:

Reunidas Paulista
Sai do Terminal Tietê e passa pela Tamoios
Telefone: (11) 2202.0900
Custo aproximado - R$ 52,00
Duração aproximada - 6 horas


Do Rio de Janeiro - Distância 248km

Se vem de carro:

Opção 1
Pela Via Dutra até Barra Mansa, descer a Serra até Angra dos Reis e seguir pela Rio-Santos até Paraty

Opção 2
Pela Av. Brasil, tomar a Rio-Santos até Paraty

Não aconselho a que venham pela Paraty-Cunha desde Guaratinguetá, como recomendam os GPSs e Google Maps. Se bem o caminho em quilometragem é mais curto, a Serra está em muito mal estado, fazendo inclusive com que alguns carros fiquem no caminho.

Se vem de avião:

Há ônibus do Aeroporto Internacional Tom Jobim para a Rodoviária Novo Rio com intervalos de aproximadamente 20 minutos.

O tempo de viagem até a Rodoviária Novo Rio, com trânsito bom, é de aproximadamente 30 minutos.
O custo aproximado da passagem é de R$ 15,00.

Se vem de ônibus:

Costa Verde
Sai da Rodoviária Novo Rio e passa pela Av. Brasil, seguindo pela Rio-Santos.
Telefone: (21) 3622.3123
Custo aproximado - R$ 60,00
Duração aproximada - 5 horas

sábado, 26 de outubro de 2013

Dailymail Grã Bretanha "Paraty - Beleza Colonial onde todos usam chinelos"

Essa matéria está bem legal.
É curtinha, mas dá pra sentir como quem a escreveu se apaixonou pela cidade. Fala um pouco sobre Paraty e diz que não haveria melhor lugar para que os jogadores britânicos descansem durante a Copa de Futebol no Brasil, que Paraty.
Abaixo a "capa" do jornal online e o link para que você possa ler a matéria.

http://www.dailymail.co.uk/travel/article-2465961/Brazilian-beauty-Paraty-colonial-masterpiece-wears-flipflops.html

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Prainha

Imagem: Anna R. Saar - Todos os direitos reservados.
Está bem perto da cidade e é uma opção super legal porque, de carro ou a pé, não faz falta reservar um dia inteiro para estar lá. Você pode passar algumas horas de manhã ou de tarde. Se é inverno e o dia está bom, o melhor é ir de manhã e pegar o sol do meio-dia.
É uma praia deliciosa!

Imagem: Anna R. Saar - Todos os direitos reservados.

Sua água é agradável, limpa, com ondas leves e temperatura amena.
Boa pra quem nada, toma sol ou só quer mesmo relaxar. Se gosta de sombra, o melhor é levar um guarda-sol, já que aí não há grande infraestrutura e tampouco muita sombra.

Há um quiosque bem gostoso com mesas em um grande deck sobre a areia.
Como chegar lá:
Se está de carro, você deve pegar a Rio-Santos no sentido Rio. Mais ou menos 10Km da cidade você pega a entrada para a Praia Grande, à direita e desce em direção à Praia Grande.

Imagem: Anna R. Saar - Todos os direitos reservados.

CUIDADO porque a descida é íngreme e por isso alguns motoristas depois têm medo de subir, mas não é impossível, já que até os ônibus vão até lá embaixo!
Pode optar por deixar o carro lá encima, mas como não há estacionamento, é meio complicado conseguir um lugar.
Se está a pé, deve pegar um ônibus na Rodoviária de Paraty. O “Praia Grande” te deixa lá embaixo, mas tem muito pouca frequência. Os outros te deixam na estrada, que está super perto da praia.

Chegando à Praia Grande, que é pequena, você pega a trilha no final da mesma para ir à Prainha.

A trilha é pequena e sem dificuldade.
Imagem: Anna R. Saar - Todos os direitos reservados.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Praia do Pontal

Imagem: Anna R. Saar - Todos os direitos reservados.

No bairro do Pontal estiveram as primeiras edificações de Paraty, como a capela de São Bento, seu primeiro padroeiro, por exemplo, até que a sesmaria onde hoje se encontra o Centro Histórico foi doada para a edificação da cidade.


Imagem: Anna R. Saar - Todos os direitos reservados.

Imagem: Anna R. Saar - Todos os direitos reservados.














É a praia mais perto do Centro Histórico, separada dele apenas por uma pequena ponte perto da igreja da Matriz. Pela proximidade do Cais, suas águas podem ter vestígios de óleo das embarcações, fazendo com que não seja a mais escolhida para banho.


Igualmente é um lugar muito agradável, com quiosques que servem café da manhã, petiscos e almoço executivo. 

Nesse bairro se armam as estruturas para muitos dos eventos que se realizam na cidade, como a tenda da FLIP, do Festival da Cachaça e da Festa do Divino Espírito Santo, por exemplo.


Imagem: Anna R. Saar - Todos os direitos reservados.

Vale a pena conhecer o Forte Defensor Perpétuo, que foi construído em 1703 e onde ainda hoje se encontram restos da muralha que o cercava e canhões ao ar livre. Nele havia originalmente uma cadeia e dormitórios de soldados.
O forte está no alto do morro que divide o Pontal e a Jabaquara e está aberto para visitação de quarta a domingo, de 09:00h à 12:00h e de 14:00h à 17:00h. De aí se tem uma linda vista da Bahia de Paraty e se pode visitar o Centro de Arte e Tradição Popular, que ocupa a antiga construção.

Por trás das casinhas que se vêem no final da praia você pode fazer uma pequena trilha para apreciar melhor a paisagem e mergulhar de uma pedra (se essa pedra tem nome ainda não descobri, ha ha).


Imagem: Anna R. Saar - Todos os direitos reservados.

A Santa Casa de Misericórdia, que ainda hoje é o hospital público da cidade, se encontra no Pontal e sua construção foi concluída em 1863 e conta com uma capela.

Praia da Jabaquara

É muito frequentada pela proximidade do Centro de Paraty, do qual se leva menos de 5 minutos de carro e menos de 15 minutos à pé.
É uma praia bem gostosa, legal para ir com crianças ou se está a fim de relaxar. Suas águas são calmas, é muito rasa e à medida que você vai entrando na água, vai sentindo o fundo lodoso, já que está muito próxima do mangue.


Imagem: Anna R. Saar - Todos os direitos reservados.

Na verdade, no final da praia já se pode ver uma pequena área de mangue, razão pela qual deve ter cuidado para não "afundar" no mesmo.
Aí se concentra, no carnaval, o Bloco da Lama, muito popular na cidade.

A praia da Jabaquara é um ótimo lugar para caminhar, correr, andar de bicicleta (há uma ciclovia em toda a sua extensão) e também para praticar alguns esportes náuticos, como kayak, stand up, canoagem, etc.
Você pode alugar aí mesmo o equipamento ou contratar um passeio guiado.

O bairro da Jabaquara tem uma extensa oferta de serviços para o turista, como quiosques, pousadas e restaurantes.

Durante o dia os quiosques que considero mais gostosos são:

- "Balacobacco Beach Bar" - É o primeiro quiosque da praia. Tem sofás, espreguiçadeiras e até redes na areia. Uma delícia! Destaco o excelente serviço, com garçons experientes, extremamente atenciosos e a boa comida. Dá para ir tomar um açaí na tigela, comer um petisco com uma cervejinha ou mesmo almoçar.


Imagem: Anna R. Saar - Todos os direitos reservados.

Aí mesmo você pode fazer uma massagem relaxante com a Lu ou com o Fabrício. Na baixa temporada você encontra a tenda deles nos finais de de semana e na alta temporada, todos os dias, à partir das 11h. Quer algo mais terapêutico que isso?


Imagem: Anna R. Saar - Todos os direitos reservados.

- Rebordosa - Tem um ambiente legal e boa música. O bolinho de bacalhau daí é uma delícia!
Servem água de coco, o que, por incrível que pareça, não é tão fácil de encontrar por aqui.


Imagem: Anna R. Saar - Todos os direitos reservados.
Imagem: Anna R. Saar - Todos os direitos reservados.

Quase sempre você encontra a tenda da Lu e do Fabrício aí também. Eles se revezam entre os 2 quiosques.

- Harpazo - Destaco este quiosque pelos pratos executivos. Ele é bem simples, mas tem uma comida caseira super gostosa e por excelente valor! Em outubro de 2013 os pratos estão à partir de R$15,00 e vêm muito bem servidos. Se quiser gastar menos e não fizer questão do serviço de mesa, pode pedir uma quentinha, que sai uns Reais mais barata, e comer na praia.

Imagem: Anna R. Saar - Todos os direitos reservados.
- La Luna - É considerado mais como um restaurante que como um quiosque mesmo. O ambiente é bem agradável e serve pratos elaborados com carne argentina, como o delicioso "bife de chorizo".

Imagem: Nuno Antunes - Todos os direitos reservados. http://www.montedalua.com/gallery

Desfruta!
Imagem: Anna R. Saar - Todos os direitos reservados.

sábado, 19 de outubro de 2013

Praia do Sono

Imagem: Gus Cabrera - Todos os direitos reservados. https://www.facebook.com/guscabreranqn?fref=ts

O acesso à Praia do Sono não é exatamente fácil, mas (certamente por isso) vale muito a pena. É uma vila de pescadores muito tranquila e pouco frequentada.

Você deve sair cedo e reservar pelo menos um dia inteiro para desfrutar desse lugar encantador!

A praia está dentro da Área de Proteção Ambiental do Caiçurú, o que faz que esteja mais preservada que outras praias da região, tem águas transparentes, sombras de amendoeiras, é extensa e muito linda.

A vila conta com alguma infraestrutura como quartos em casa de famílias locais e campings, quiosques, bares e restaurantes.

Perto da igreja que você vai ver no meio da praia, há uma trilha de aproximadamente 20 minutos que te leva à cachoeiras e lindas piscinas naturais.

No final da Praia do Sono há outra trilha, bem íngreme e de dificuldade média, que te leva às praias de Antigos e Antiguinhos. Pela dificuldade de acesso as praias são praticamente desertas e por isso deve levar água e algo para beliscar caso vá ficar algumas horas.

Como chegar lá:

Se você está de carro, deve pegar a Rio-Santos no sentido São Paulo, tomar o acesso para Trindade e na bifurcação, antes de chegar à Trindade, seguir à esquerda até o Condomínio Laranjeiras.

Se está à pé, na Rodoviária de Paraty deve pegar o ônibus 1040, que leva aproximadamente 40 minutos até o ponto final, onde deve descer, dentro do Condomínio Laranjeiras.

Daí pega a trilha para a praia do Sono, que tem 4Km, leva entre 1 e 1,5 horas e tem dificuldade baixa.